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Desista!

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Franz Kafka nasceu em Praga, em 3 de julho de 1883, cidade que, durante toda a vida do escritor, pertenceu ao Império Austro-Húngaro. Hoje, Praga é a capital da República Tcheca. Filho de Hermann Kafka, um próspero comerciante judeu, e de Julie Löwy, Kafka cresceu em uma família de língua alemã, vivendo em uma cidade marcada pelo encontro de diferentes culturas. Desde cedo, esteve sob a influência de três importantes tradições: a judaica, a tcheca e a alemã. Essa convivência entre diferentes identidades culturais contribuiu para a complexidade e a riqueza de sua visão de mundo. Formado em Direito pela Universidade de Praga, Kafka trabalhou durante grande parte da vida em uma companhia de seguros contra acidentes de trabalho. Embora exercesse sua profissão com competência, a literatura era sua grande paixão. Escrevia principalmente à noite, em meio às exigências do trabalho e às dificuldades de sua vida pessoal. Kafka foi associado, juntamente com outros escritores de língua alemã que v...

NOVAS ELEIÇÕES ESTÃO CHEGANDO!

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Novas eleições estão chegando. E, com elas, volta uma pergunta que deveria acompanhar cada eleitor muito antes de chegar à urna: Quão cuidadoso sou ao escolher aqueles que irão me representar? Votar não deveria ser apenas escolher um nome entre tantos que aparecem nas propagandas eleitorais. O voto é a escolha de quem receberá, por determinado período, uma parcela do poder que pertence a todos nós. Ao escolher um representante, estou escolhendo alguém para cuidar não apenas da cidade ou do estado onde vivo, mas também, dependendo do cargo, dos interesses do país como um todo. Por isso, antes de apertar a tecla “confirma”, seria importante perguntar: Quem é esse candidato? O que ele já fez? O que pretende fazer? Quais são suas propostas? Elas são viáveis ou são apenas promessas feitas para conquistar votos? Ele conhece os problemas que pretende enfrentar? Tem compromisso com aquilo que promete? E, principalmente: Que projeto apresenta para a sociedade e pelo que pretende lutar quando c...

Maio chegou, uhu! Acordei!

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Então, gente, maio chegou! Finalmente, a neve deu um descanso e só retornará antes do Natal. Ela tira férias por aqui de maio a outubro, na verdade. Não quero me demorar muito neste texto; preciso viver o verão, que já bate a nossa porta. Quero apenas avisar que acordei! Minha quase ausência no mês de abril, devidamente explicada no post anterior e, possivelmente, nem percebida por muitos, tinha prazo determinado, condição imposta por mim. E viva a vida! O sol se mostra novamente, espalhando vitalidade e calor. Como o sol é mágico! Ele aparece e transforma tudo. O escuro fica claro, o marrom fica verde, o gelo vira água, que retoma seu curso; o vento — aquele vento chato do outono — torna-se mais morno, quase sempre de mãos dadas com as tempestades. Adoro tempestades! Chuvas de verão... Devido às variações de temperatura, ora muito quente, ora muito fria, ocorrem as chuvas de verão. Elas também trazem alguns transtornos por aqui. Muitos resmungam quando sua presença se prolonga. Es...

Alemanha decide desativar suas uninas nucleares

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                    Foto: DW A Alemanha decide, finalmente, dizer adeus  às suas usinas nucleares: um grande passo na  direção de um futuro mais seguro para todos. A discussão em torno do desligamento das  usinas  nucleares já acontecia havia alguns anos,  impulsionada  pela forte pressão  do Partido Verde que, embora não representasse   a maioria, vinha conquistando grande apoio da  população alemã nessa questão. Depois do vazamento nuclear no Japão, a pressão pelo fechamento das usinas aumentou significativamente. Houve muitos protestos e passeatas nas grandes cidades alemãs e, finalmente, a população conseguiu pressionar tanto o governo quanto a oposição. A coalizão Preto-Amarelo, mais uma vez, cede à pressão e decide pôr fim aos últimos reatores nucleares da Alemanha. O desligamento das instalações será gradual, com conclusão prevista para 2022. A decisão é considerada irreversível. É cla...

Nascer Mulher

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Foto do Brasil Escola Ao nascer mulher, penso que fiz um pacto com a Criação, um pacto de cooperação, cuja tarefa é:  contribuir em alto nível. Sei que muitas fêmeas de outras espécies também cooperam. A girafa, a macaca, a patinha da vizinha... Aliás, sou muito próxima de quase todas as espécies, menos da das lesmas. Não gosto de lesmas. São rastejantes e nojentas, mas também cooperam à sua maneira. Das cobras, porém, eu gosto. Embora também rastejantes, não são nojentas. Têm iniciativa, são ágeis e temidas. É muito bacana ser mulher. Sabe essa qualidade nossa de não diminuir, não abandonar, de proteger e acolher, que compõe a nossa natureza? Faz toda a diferença. É ela que traz mais saúde e humanidade ao mundo. Há muitas que nem sabem da própria importância. Essas são tristes. Adoramos curar! — Vai um chazinho aí? — Machucou? Vem cá, que vou limpar isso. Vou colocar um curativo. — Está tristinho? Quer conversar um pouco? Ser mulher é participar da vida em suas muitas dimensões....

Protetor Solar

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PROTETOR SOLAR PRIMEIRAS TENTATIVAS As primeiras tentativas de desenvolver um protetor solar aconteceram no Egito, há aproximadamente 7.800 a.C.  A substância era composta de extrato de mamona e magnólia. Há cerca de 400 a.C., na Grécia, sabe-se que também se tentou desenvolver uma fórmula de protetor solar a partir de uma mistura de óleo de oliva e areia. Já no século XX, em 1928, nos Estados Unidos, foi desenvolvido um produto com mais compostos químicos, à base de salicilato e cinamato de benzila. Em 1944, fizeram uma nova tentativa, dessa vez à base de petróleo. Mas os primeiros protetores solares eficazes começaram a ser desenvolvidos, de fato, a partir dos anos 1930. De lá para cá, busca-se cada vez mais melhorar a eficácia e a capacidade de proteção desse produto. FATOR DE PROTEÇÃO SOLAR (FPS) — PARA QUE SERVE? O Fator de Proteção Solar (FPS) costuma variar de 15 a 60 e, normalmente, a embalagem informa para qual tipo de pele o produto é mais apropriado. Os fatores mais ...

Mulher, essa incompreendida

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  Desde Eva, parece que a mulher carrega uma curiosa condenação: a de ser responsabilizada por coisas que os homens não conseguem — ou não querem — compreender. Ao longo da história, os homens falaram muito sobre as mulheres. Definiram-nas, explicaram-nas, julgaram-nas, idealizaram-nas e, não raramente, fizeram delas motivo de piada. Discutiam-se política, filosofia, economia e os grandes assuntos de seu tempo — assuntos importantes, haja vista - e piadas de salão, cujo objeto de riso era a mulher.  Sobre as mulheres, porém, tinham pouco a dizer. Era uma desconhecida.  E disseram de tudo sobre ela: que falavam demais, que eram perigosas, frágeis, tortas, tentadoras, difíceis de compreender, capazes de destruir paraísos e até de constituir um “erro” divino. Algumas dessas frases vieram de homens brilhantes que revelam como a maneira como a maioria desses homens de determinadas épocas as enxergavam. E é justamente por isso que vale a pena revisitá-las. Não para fazer um jul...