11.8.26

NOVAS ELEIÇÕES ESTÃO CHEGANDO!


NOVAS ELEIÇÕES ESTÃO CHEGANDO!

Novas eleições estão chegando. E, com elas, volta uma pergunta que deveria acompanhar cada eleitor muito antes de chegar à urna:

Quão cuidadoso sou ao escolher aqueles que irão me representar?

Votar não deveria ser apenas escolher um nome entre tantos que aparecem nas propagandas eleitorais. O voto é a escolha de quem receberá, por determinado período, uma parcela do poder que pertence a todos nós.

Ao escolher um representante, estou escolhendo alguém para cuidar não apenas da cidade ou do estado onde vivo, mas também, dependendo do cargo, dos interesses do país como um todo.

Por isso, antes de apertar a tecla “confirma”, seria importante perguntar:

Quem é esse candidato?

O que ele já fez? O que pretende fazer? Quais são suas propostas? Elas são viáveis ou são apenas promessas feitas para conquistar votos? Ele conhece os problemas que pretende enfrentar? Tem compromisso com aquilo que promete?

E, principalmente:

Que projeto apresenta para a sociedade e pelo que pretende lutar quando chegar ao Parlamento?

Um parlamentar não deveria ser apenas alguém que ocupa uma cadeira. Ele foi eleito para representar pessoas, defender interesses públicos, participar da elaboração das leis, fiscalizar o Poder Executivo e tomar decisões que podem afetar a vida de milhões de brasileiros.

Por isso, o eleitor também precisa compreender a responsabilidade que entrega junto com o seu voto.

Não basta reclamar dos políticos depois das eleições se, antes delas, não tivemos o cuidado de conhecer minimamente aqueles em quem pretendíamos votar.

O voto não termina na urna.

Depois da eleição, começa outra etapa: a do acompanhamento.

O representante eleito continua sendo representante do eleitor. É preciso observar suas decisões, suas posições, seus votos, suas alianças e, sobretudo, se está cumprindo aquilo que prometeu durante a campanha.

Mas existe também uma responsabilidade do candidato.

Quem pede um voto está pedindo confiança. E confiança não deveria ser utilizada como uma autorização para defender interesses pessoais, familiares, partidários ou econômicos em detrimento do interesse público.

Ser eleito não significa receber um cheque em branco.

O candidato eleito deve prestar contas de sua atuação à sociedade, e o eleitor deve estar disposto a acompanhar, questionar e cobrar.

Mas como limpar os corruptos do Congresso?

Talvez seja necessário começar por uma pergunta ainda mais incômoda:

Que tipo de eleitor estamos sendo?

Se escolho conscientemente um candidato que sei ser corrupto, por conveniência, por interesse pessoal, por amizade, por fanatismo ou simplesmente porque “todo mundo faz isso”, que resultado posso esperar dessa escolha?

Se quero um país menos corrupto, preciso pensar também na minha própria participação nesse processo.

Quero realmente diminuir a corrupção na política?

Como fazer?

Se desejamos combater a corrupção, precisamos começar verificando quais atos, pequenos ou grandes, de nossa própria conduta diária também poderiam ser considerados práticas corruptas.

É aqui que entra a autocorrupção.

A corrupção não começa necessariamente nos grandes escândalos, nos milhões desviados ou nos gabinetes do poder. Ela também pode aparecer nas pequenas concessões que fazemos quando acreditamos que determinada vantagem é aceitável porque nos beneficia.

Quando queremos levar vantagem a qualquer custo. Quando oferecemos algo para obter um benefício indevido. Quando aceitamos aquilo que sabemos ser errado porque, naquele momento, nos favorece. Quando condenamos a corrupção dos outros, mas relativizamos a nossa própria.

É preciso, portanto, partir para o autoenfrentamento.

Olhar para nós mesmos antes de apontar o dedo para os outros.

Isso não significa aceitar ou justificar a corrupção praticada por quem ocupa cargos públicos. Ao contrário: significa compreender que uma sociedade verdadeiramente ética precisa de cidadãos dispostos a exigir ética também de si mesmos.

A mudança precisa acontecer nos dois sentidos:

o cidadão precisa mudar para poder cobrar; e o representante precisa honrar o voto para continuar merecendo confiança.

Não podemos esperar que a política se transforme completamente se continuarmos tratando a eleição como uma disputa entre torcidas, escolhendo candidatos apenas porque pertencem ao nosso grupo, porque prometem alguma vantagem ou porque alguém nos disse que são os melhores.

Eleição não é campeonato.

É escolha.

E escolher exige responsabilidade.

Cabe ao candidato ter propostas, caráter público, compromisso e responsabilidade com o mandato que pretende receber.

Cabe ao eleitor pesquisar, pensar, comparar, escolher conscientemente e, depois, acompanhar e cobrar.

Talvez seja esse o caminho mais longo — e também o mais seguro — para transformar a política.

Não existe democracia saudável sem bons representantes. Mas também não existe democracia saudável sem cidadãos responsáveis.

Por isso, nas próximas eleições, antes de perguntar apenas “em quem vou votar?”, talvez devêssemos perguntar:

“Que tipo de país quero construir com o meu voto?”

E, depois de votar, não esquecer:

Mudar para cobrar.

Porque o voto é nosso direito, mas também é a nossa responsabilidade.

E somente quando aprendermos a escolher melhor, a acompanhar melhor e a cobrar melhor poderemos dizer, verdadeiramente:

“Eu fiz a minha parte.”

Maria Aparecida Roque-Kottkamp



18.8.16

Maio chegou, uhu! Acordei!


Então, gente, maio chegou!

Finalmente, a neve deu um descanso e só retornará antes do Natal. Ela tira férias por aqui de maio a outubro, na verdade.

Não quero me demorar muito neste texto; preciso viver o verão, que já bate a nossa porta.

Quero apenas avisar que acordei!

Minha quase ausência no mês de abril, devidamente explicada no post anterior e, possivelmente, nem percebida por muitos, tinha prazo determinado, condição imposta por mim. E viva a vida!

O sol se mostra novamente, espalhando vitalidade e calor.

Como o sol é mágico!

Ele aparece e transforma tudo. O escuro fica claro, o marrom fica verde, o gelo vira água, que retoma seu curso; o vento — aquele vento chato do outono — torna-se mais morno, quase sempre de mãos dadas com as tempestades. Adoro tempestades!

Chuvas de verão...

Devido às variações de temperatura, ora muito quente, ora muito fria, ocorrem as chuvas de verão. Elas também trazem alguns transtornos por aqui. Muitos resmungam quando sua presença se prolonga. Esquecem-se, porém, de que elas são necessárias.

As estações transformam tudo e a todos com suas peculiaridades e diferenças. Fazem nossa vida por aqui mais significativa.

Na primavera, preparam-se os jardins e os campos para receber novas sementes. Mais tarde, as árvores frutíferas escandalizam a paisagem com suas flores rosas, brancas e amarelas.

Minhas florzinhas do terraço já foram semeadas — um restinho de sementes trazidas do Brasil. Uma contravenção, eu sei. Fui egoísta, uma criminosa. Corri um risco, e elas atravessaram o mar. O que teria sido das batatas sem essas contravenções? Aqui estão as batatas...ops, as florzinhas. Essas são do ano passado. Morreram todas por causa da neve.

No outono, tudo começa a declinar e a se preparar para o recolhimento.

O verão... Ah! Esse é o hóspede mais esperado por todos, todos os anos.

No verão, com a presença generosa do sol, ficamos mais afetuosos e alegres. Abrimo-nos todos, imitando as flores do campo. Tornamo-nos mais receptivos, sorridentes e românticos.

Quando ele chega, as mesas já estão no jardim, preparadas desde os primeiros dias de calor. Convidamos os amigos para churrascos no jardim, quando se tem um, ou mesmo no terraço, como é o meu caso. Fazemos longas caminhadas pelas margens do canal (ao lado, o canal. Foto tirada no outono), pelas florestas, tomamos sorvete na cidade, sentamo-nos em qualquer café para saborear uma xícara de café com um pedaço de torta durante horas, só para permanecer mais um bocadinho na presença do sol.

Aos poucos, as flores vão se despedindo para a reciclagem. Fazem-se as colheitas, recolhe-se o feno que alimentará os animais durante o inverno, ouvem-se os últimos ruídos das máquinas de cortar grama nos jardins ao redor. Os ventos começam a soprar as folhas que, antes verdes, adquirem tons de amarelo, vermelho e marrom, até finalmente caírem.

O brilho e o calor do sol vão se distanciando, e as janelas das casas passam a ser fechadas cada vez mais cedo.

O silêncio chega como preparação para o grande recolhimento coletivo do inverno.

No inverno, tudo se aconchega: os animais nos estábulos, as pessoas em casa, diante das lareiras e das velinhas acesas. As noites tornam-se longas, e os dias curtos. Na paisagem, o verde quase desaparece para dar lugar ao branco. Parece tudo morto. Não! Estamos nós e a natureza apenas descansando dos excessos do verão.

Por aqui é assim. Somos e agimos como as estações. Só quem vive em lugares onde elas são bem demarcadas consegue perceber e compreender esse processo.

Por Maria Aparecida Roque-Kottkamp



 







Alemanha decide desativar suas uninas nucleares

                                       Foto: DW

A Alemanha decide, finalmente, dizer adeus
 às suas usinas nucleares: um grande passo na direção de um futuro mais seguro para todos.

A discussão em torno do desligamento das usinas nucleares já acontecia havia alguns anos, impulsionada pela forte pressão do Partido Verde que, embora não representasse a maioria, vinha conquistando grande apoio da população alemã nessa questão.

Depois do vazamento nuclear no Japão, a pressão pelo fechamento das usinas aumentou significativamente. Houve muitos protestos e passeatas nas grandes cidades alemãs e, finalmente, a população conseguiu pressionar tanto o governo quanto a oposição.

A coalizão Preto-Amarelo, mais uma vez, cede à pressão e decide pôr fim aos últimos reatores nucleares da Alemanha.

O desligamento das instalações será gradual, com conclusão prevista para 2022. A decisão é considerada irreversível.

É claro que toda decisão de governo tem seus prós e seus contras. Há quem acredite que os alemães pagarão um preço alto por essa iniciativa. E esse argumento tem fundamento, pois a Alemanha não possui fontes de energia suficientes para atender integralmente à sua demanda, dependendo, em grande parte, da importação de energia de outros países. Caso não consiga substituir essa matriz energética em tempo hábil, poderá enfrentar sérios desafios.

O país vem investindo na ampliação da energia eólica e da energia solar, ambas fontes limpas de energia. No entanto, além de exigirem elevados investimentos, dependem das condições meteorológicas para produzir eletricidade. Especialistas afirmam que será difícil suprir toda a demanda nacional apenas por meio dessas fontes. Atualmente, as usinas nucleares respondem por cerca de 20% da energia consumida no país. Com sua desativação, e enquanto novas alternativas não forem plenamente implantadas, haverá um aumento no consumo de combustíveis fósseis, o que poderá gerar mais poluição e agravar o efeito estufa.

Uma parcela significativa da população alemã, entretanto, apoia a decisão do governo e elogia sua iniciativa, embora reconheça as consequências econômicas que essa medida poderá trazer ao país nos próximos anos.

Resta aguardar e torcer para que novas formas de energia, igualmente limpas e mais seguras, sejam desenvolvidas com a rapidez necessária.

Que outras nações europeias e do mundo sigam o exemplo alemão e passem a discutir programas de desativação de suas usinas nucleares. Afinal, já ficou demonstrado que elas representam um enorme risco para a população e têm sido, em alguns casos, motivo de graves tensões e conflitos políticos entre nações.

Maria Aparecida Roque-Kottkamp

18.08.2016


6.3.12

Nascer Mulher


Rilke 

Ao escolher nascer mulher, fiz um pacto com a Criação: um pacto de cooperação, cuja tarefa é contribuir em alto nível.

Sei que muitas fêmeas de outras espécies também cooperam.

A girafa, a macaca, a patinha da vizinha...

Aliás, sou muito próxima de quase todas as espécies, menos da das lesmas. Não gosto de lesmas. São rastejantes e nojentas, mas também cooperam à sua maneira.

Das cobras, porém, eu gosto. Embora também rastejantes, não são nojentas. Têm iniciativa, são ágeis e temidas.

É muito bacana ser mulher.

Sabe essa qualidade nossa de não diminuir, não abandonar, de proteger e acolher, que compõe a nossa natureza? Faz toda a diferença. É ela que traz mais saúde e humanidade ao mundo.

Há muitas que nem sabem da própria importância. Essas são tristes.

Adoramos curar!

— Vai um chazinho aí?

— Machucou? Vem cá, que vou limpar isso. Vou colocar um curativo.

— Está tristinho? Quer conversar um pouco?

Ser mulher é participar da vida em suas muitas dimensões.

Participamos da vida quando lutamos por igualdade e por justiça. (Mulher odeia injustiças!)

Participamos da vida quando plantamos roçados, cuidamos de jardins, preparamos uma comida, pregamos botões numa camisa, desenvolvemos projetos, participamos de decisões importantes mundo afora, alfabetizamos crianças nas escolas, ensinamos nas universidades, gerenciamos famílias e empresas, governamos nações e amamentamos nossos bebês.

À Caminho do Conhecimento 








Minha irmã tem nove filhos.

Ela corta cana, colhe laranjas, batatas, jabuticabas etc., como tantas outras mulheres, para alimentar a família.

Foto : MST
Aos sábados, vai dançar com as amigas.

Aos domingos, cozinha para os filhos, as noras, os netos e os amigos, que vêm saborear sua deliciosa macarronada de domingo.

Ela cozinha cantando.

Minha amiga também cozinha cantando aos domingos.

Mulher não faz guerra.

Mulher dança, mulher canta...

Eu canto e danço também.

Danço com a vida e para me alegrar.

Foto de M.A.Roque-Kottkamp

Cozinho, limpo, lavo, passo.

E também escrevo.

Fiz um pacto com a Criação: cooperar em alto nível.

Penso que nascer mulher é uma escolha.

E, por ser uma escolha, nem Deus consegue limitá-la.



Lembra da Eva, lá no início da história? A primeira desobediente?

Maravilhosa Iniciativa 

Aquela que pôs abaixo o Paraíso, até hoje lamentado pelos preguiçosos?

Curiosa criatura.

Convencida por aquela maravilhosa serpente, come a maçã e vira tudo de pernas para o ar.

Nunca mais vida mansa!

Nunca mais mesmice!

Depois disso, Deus desiste da ideia de paraíso.

E, não podendo mais abortar o projeto, acha por bem deixar a criatura por sua própria conta.

Sabe de uma coisa?

Penso até que foi a mulher quem criou a si mesma.

E que pode ter sido ela também quem gestou Deus.

Foto do Brasil Escola

Por Maria Aparecida Roque-Kottkamp


17.11.11

Protetor Solar


PROTETOR SOLAR

PRIMEIRAS TENTATIVAS

As primeiras tentativas de desenvolver um protetor solar aconteceram no Egito, há aproximadamente 7.800 a.C.  A substância era composta de extrato de mamona e magnólia.

Há cerca de 400 a.C., na Grécia, sabe-se que também se tentou desenvolver uma fórmula de protetor solar a partir de uma mistura de óleo de oliva e areia.

Já no século XX, em 1928, nos Estados Unidos, foi desenvolvido um produto com mais compostos químicos, à base de salicilato e cinamato de benzila. Em 1944, fizeram uma nova tentativa, dessa vez à base de petróleo.

Mas os primeiros protetores solares eficazes começaram a ser desenvolvidos, de fato, a partir dos anos 1930. De lá para cá, busca-se cada vez mais melhorar a eficácia e a capacidade de proteção desse produto.

FATOR DE PROTEÇÃO SOLAR (FPS) — PARA QUE SERVE?

O Fator de Proteção Solar (FPS) costuma variar de 15 a 60 e, normalmente, a embalagem informa para qual tipo de pele o produto é mais apropriado.

Os fatores mais baixos são, em geral, indicados para peles mais escuras, enquanto os fatores mais altos são rec omendados para peles mais claras.

Como o próprio nome indica, o protetor solar serve para proteger a pele dos efeitos nocivos que os raios ultravioletas podem causar, filtrando parte dessa radiação e reduzindo sua ação sobre a pele.

Os raios ultravioletas tornam-se prejudiciais quando provocam queimaduras, alterações celulares e outros danos que podem contribuir para o surgimento do câncer de pele.

POLÊMICAS

Nos últimos anos, algumas marcas de renome, bastante respeitadas no mercado de cosméticos, têm sido questionadas em relação à eficácia da proteção que prometem nas embalagens.

Algumas dessas marcas foram submetidas a testes em laboratórios considerados confiáveis, e os resultados colocaram em xeque o fator de proteção oferecido por elas. Esses testes, naturalmente, foram contestados pelos fabricantes das mesmas marcas.

O consumidor, por isso, deve ficar atento ao escolher uma marca de protetor solar, para não correr o risco de utilizar um produto que, além de não proteger adequadamente a pele, possa ainda causar outros danos.

QUANDO USAR

Nos horários de maior intensidade dos raios solares, entre 10 e 16 horas, na praia e sempre que houver necessidade de se expor ao sol.

Sempre que possível, também é recomendável utilizar outras formas de proteção, como chapéu, guarda-sol ou sombrinha.

COMO USAR

Aplicar o protetor nas partes do corpo que ficarão expostas ao sol. Se for à praia, recomenda-se aplicá-lo no corpo todo. Se for sair à rua ou realizar algum trabalho ao ar livre por mais de uma hora, deve-se aplicá-lo nas partes não cobertas pela roupa.

O ideal seria consultar um dermatologista para que ele avalie sua pele, indique um protetor solar apropriado e oriente quanto ao seu uso adequado e seguro.

Tomando essas precauções, já é possível curtir o verão com mais segurança.

Sites consultados:
http://gpquae.iqm.unicamp.br/protetor.pdf
www.youtube.com — vídeos

29.6.11

Selecao Brasileira estreia hoje jogando contra a Austrália

As brasileiras, vice-campeãs do último campeonato mundial,  jogam a sua primeira partida hoje, pelo Grupo D. E seu adversário é a também seleção verde-amarela, as australianas. 
Partida, bastante aguardada aqui na Alemanha,  promete grandes emoções já no seu primeiro dia de jogo. 

A partida será em Mönchengladbach, às 13:15 horário do Brasil, aqui,  às 18:15. Duelos entre as duas equipes nunca tiveram empates: o Brasil venceu cinco vezes e perdeu três.
 
Eu já pus a minha bandeirola verde-amarela na  janela para me exibir à minha vizinhança, naturalmente, toda vermelha e preta. 


Os alemães torcem bastante pelo seu time feminino de futebol, campeãs do último mundial. O mesmo não estou sentindo aí, no Brasil, nem por parte da mídia e menos ainda pelo brasileiros.

Time do Brasil: Bárbara; Aline Pellegrino, Renata Costa, Érika e Fabiana; Francielle, Ester, Rosana e Bia; Cristiane e Marta -  Técnico: Kleiton Lima
 
Time da Austrália: 
Melissa BarbierI; Caitlin Foord, Servet Uzunlar, Kim Carroll e Elise Kellond-Knight; Tameka Butt, Emily van Egmond, Collette McCallum e Heather Garriock; Kyah Simon e Lisa De Vanna. Técnico: Tom Sermanni
 

Local: Estádio Borussia Park, em Monchengladbach (ALE)
Data: 29 de junho de 2011
Horário: 13h15 (Brasília)
Árbitro: Jenny Palmqvist (SUE)

Gente, vamos apoiar as meninas! Elas estão mostrando para o mundo, já há alguns anos, excelente técnica, performance,  garra, seriedade e um futebol de alto nível! 

Vamos  torcer aí, hein, Brasil! 

Brasil! Brasil! Brasil! 

6.6.11

Especialistas falam sobre os escândalos conjugais pelo mundo - clique aqui para ver o vídeo

Nelson Motta, Diogo Mainardi e Caio Blinder  do  Manhattan Conection falam sobre o caso Dominique e outros aí pelo mundo.Clicar no título para assistir ao vídeo.

1.6.11

A Alemanha diz "Adeus "as suas Usinas Nucleares


A Alemanha decide, finalmente, dizer adeus as suas usinas nucleares: um grande passo na  direção de um futuro mais seguro para todos.
A discussão em torno do desligamento das usinas nucleares já estava acontecendo há algum tempo e com muita pressão do Partido Verde que - embora não represente a maioria -  vinha conseguindo grande apoio da população alemã  nesse sentido. 
Depois dos últimos acontecimentos no Japão, a exigência da população alemã para pôr fim às usinas aumentou. Houve muitos protestos e passeatas nas grandes cidades do país e, mais um vez, Preto e Amarelo se unem e votam pelo fim das usinas nucleares na Alemanha.
O desligamento dos 17 reatores ainda restantes  será gradativo, e o prazo para encerramento será em 2022;  e é irreversível.
É claro que toda decisão tomada num governo tem sempre os prós e os contras. Há os que acreditam que os alemães vão pagar um preço alto demais por essa iniciativa. E eles têm razão, pois a Alemanha não possui fontes de energia suficientes para seu consumo, precisando importar a maior parte dela dos países estrangeiros. E se não conseguir um substituto em tempo hábil, terá grandes problemas  pela frente. Eles vêm tentando aumentar a implantação do sistema de energia eólica  e da energia solar, fontes de energia limpa, mas que dependem de condições meteologógicas favoráveis para funcionarem. E será difícil conseguir por meio desses sistemas de gerador de energia atender a demanda. 
As usinas nucleares cobrem 20% de toda a energia consumida no país, e com o seu desaparecimento e, enquanto não  se conseguem novas fontes de abastecimento,  haverá aumento no consumo de combustíveis fósseis, o que irá gerar mais poluição e contribuir para o aumento do efeito estufa.
Uma boa parte da população alemã, entretanto, apoia  a decisão tomada pelo governo, louvando sua iniciativa, mas não ignoram também as consequências econômicas que essa decisão poderá representar para o país nos próximos anos.
Vamos aguardar e torcer muito para que um outra forma de energia igualmente limpa e mais segura seja desenvolvida com a rapidez esperada.
E, que outras nações européias e do mundo sigam o exemplo alemão e comecem a pensar num programa de desligamento de suas usinas nucleares também, pois já ficou comprovado:  elas representam enorme perigo a todos e  têm sido também causa de graves conflitos políticos  entre algumas nações.

Por: Maria Aparecida Roque-Kottkamp

26.5.11

Mulher, essa incompreendida

MULHER: ESSA INCOMPREENDIDA

Desde de Eva, a mulher é uma incompreendida.

Como os homens não se esforçaram o bastante para conhecê-la, ele caminhou pela história acompanhado muito mais por seus iguais masculinos do que por sua contraparte feminina. E essa parte pouco compreendida — repito — acabou sendo, durante séculos, instrumento de divertimento, de piadas, de rebaixamento e de comentários jocosos nos salões frequentados por “grandes homens”, que se divertiam com as frases, muitas vezes bizarras, que seus homenzinhos de estimação proferiam sobre elas.

Aproveito para tecer aqui um pequeno comentário sobre algumas dessas preciosidades. Acompanhe:

“Certas mulheres podem falar horas a fio sobre qualquer assunto. A minha mulher nem precisa de assunto.”
— Sam Levenson

Bem, começar assim já não é muito promissor...

“Presume-se que a mulher deve esperar, imóvel, até ser cortejada. Mais ou menos como a aranha espera a mosca.”
— George Bernard Shaw

Ninguém merece!

Ainda bem que muita coisa mudou. Com dezenas de problemas ainda por superar, a mulher já não fica simplesmente à espera de ser cortejada. Em muitos países, conquistou o direito de fazer suas próprias escolhas e, felizmente, também aprendeu — ou está aprendendo — a dizer NÃO quando se vê assediada.

Mas vamos adiante.

“Estou convencido de que é melhor ser impetuoso do que circunspecto, porque a sorte é como a mulher; e, para dominá-la, é necessário bater nela e contrariá-la.”
— Nicolau Maquiavel

Essa dispensa comentários.

Ou talvez não. Sabemos que a violência contra a mulher continua sendo uma realidade brutal em muitas sociedades e que o feminicídio permanece como uma das expressões mais extremas dessa violência.

Mas voltemos às frases...

“Se o Diabo entendesse de mulher, não tinha rabo nem chifre.”
— Stanislaw Ponte Preta

Que baixeza!

“É mais fácil morrer por uma mulher do que viver com ela.”
— George, Lord Byron

Pois é... Talvez seja mais fácil transformar a mulher em musa, mistério ou desgraça do que simplesmente tentar compreendê-la como pessoa.

“A mulher será sempre o perigo de todos os paraísos.”
— Paul Claudel

Uma boa parte dos homens ainda parece pensar assim. E, em algumas partes do mundo, essa visão chega ao extremo de obrigar mulheres a esconder o rosto e o corpo atrás de panos, como se a simples existência de uma mulher fosse uma ameaça.

Enquanto isso, esquecem que o maior predador e um dos maiores perigos da história da humanidade sempre foi — e continua sendo — o próprio homem.

E então chegamos a esta:

“Deus criou a mulher de uma costela, de um osso torto. Se procurares endireitá-la, quebrará. Tenham, pois, paciência com as mulheres.”
— Maomé

Bonitinho... Quase um elogio, se comparado a algumas das outras.

E finalmente:

“A mulher foi o segundo erro de Deus.”
— Friedrich Nietzsche

Adoro Nietzsche... mas essa pesou!

Nem ele conseguiu entender as mulheres. Também, ocupou-se tanto em viajar pelos próprios pensamentos que talvez não tenha sobrado tempo para conhecê-las melhor. Assim, acabou sendo mais fácil resumi-las em uma pequena — e infeliz — frase.

Agora fiquei curiosa:

Alguém sabe qual teria sido o primeiro erro de Deus?

Será que foi o homem?

Bem, se você conhecer alguma frase interessante de homens imbecis — especialmente aquelas que revelam como eles a enxergavam ao longo da história — pode escrevê-las no espaço para comentários. Colocarei-as aqui para engrossar a lista.

Afinal, a história da mulher também pode ser contada pelas coisas que disseram sobre ela.

E, quem sabe, um dia possamos finalmente vivenciar o momento em que ela não precise mais ser definida pelas palavras dos homens.


Maria Aparecida Roque-Kottkamp

Texto escrito em...   e revisado em 11.08.2026

10.5.11

Resultado da Enquete sobre Usinas Nucleares

Fluxograma de uma UN



20%  dos  participantes votaram a  favor das usinas, porque  acham  que elas não poluem.

20% se mostraram a favor, mas acham que os sistemas de segurança devem ser melhorados.
40% foram contra, pois representam enorme perigo a todo mundo.
  

20%  contra, porque elas representam muito mais poder do que propriamente suprir demanda de energia
 

20% disseram não estar nem aí.

Agradeço a sua participação e continue votando nas próximas enquetes!
Maria A. Roque -Kottkamp